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Pelo segundo mês seguido, grupo de Alimentação e bebidas registra queda de preços no Brasil

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Divulgado nesta terça-feira, 12 de agosto, pelo IBGE, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aponta que, pelo segundo mês seguido, o grupo Alimentação e bebidas, que tem o maior peso no índice, ficou negativo em julho, tendo apresentado variação de -0,27% na passagem de junho para julho, assim como os grupos Vestuário (-0,54%) e Comunicação (-0,09%). No Vestuário, destacam-se as roupas feminina (-0,98%) e masculina (-0,87%). A queda no sétimo mês do ano no grupo Alimentação e bebidas foi impulsionada pela alimentação no domicílio, que caiu 0,69% na passagem de junho para julho, com destaque para as quedas da batata-inglesa (-20,27%), da cebola (-13,26%) e do arroz (-2,89%). Com a redução no preço de alimentos importantes na cesta de consumo das famílias, além de outros setores, o resultado do IPCA em julho ficou em 0,26%. Sem a contribuição dos alimentos, a inflação seria de 0,41%. Em julho de 2024, a variação havia sido de 0,38%. No ano de 2025, o IPCA acumula alta de 3,26% e, nos últimos 12 meses, o índice ficou em 5,23%, abaixo dos 5,35% dos 12 meses imediatamente anteriores. O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília. Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados no período de 1 de julho de 2025 a 30 de julho de 2025 (referência) com os preços vigentes no período de 30 de maio de 2025 a 30 de junho de 2025 (base).

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