
A Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 deve impulsionar a economia brasileira em aproximadamente R$ 8,8 bilhões, segundo estudo da FGV Projetos encomendado pela Embratur. A projeção foi apresentada na quinta-feira (16), durante o Confut, evento voltado a negócios e inovação no esporte, realizado em Nova York. O levantamento estima que a competição acrescentará R$ 3,8 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) do país e será responsável pela criação de 73,7 mil empregos diretos e indiretos. A pesquisa também prevê a geração de R$ 4,5 bilhões em rendimentos, entre salários e lucros, além de uma arrecadação de R$ 928 milhões em tributos. Segundo a Embratur, o torneio deverá atrair cerca de 2 milhões de pessoas, entre turistas e moradores, ao longo do período da competição. Os gastos desse público são estimados em R$ 4,7 bilhões, com potencial para sustentar mais de 45 mil postos de trabalho e gerar R$ 2,4 bilhões em renda. Além da movimentação provocada pelos visitantes, o estudo aponta que os investimentos na organização da Copa terão impacto de R$ 4,1 bilhões na economia nacional. Os recursos serão destinados a áreas como logística, segurança, saúde e transmissão do evento, contribuindo para a criação de aproximadamente 28 mil empregos. Os cálculos foram elaborados com base na metodologia da Matriz de Insumo-Produto (MIP), utilizada para estimar os impactos diretos, indiretos e induzidos de grandes eventos sobre a economia.





